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Quantos litros por hectare o seu pulverizador aplica de verdade?

Cronometre 50 metros, meça a vazão dos bicos e informe o volume que você planejou. A calculadora mostra o volume real em litros por hectare, o erro contra o planejado, de onde ele vem (bicos, velocidade ou o próprio plano) e o que ele custa em produto, com a dose e o preço que você digitar.

A calculadora não indica produto, dose, bico, pressão nem volume de calda. O volume planejado, a dose e o preço são os que você digitar, tirados do rótulo, da bula, do receituário do agrônomo e do catálogo do fabricante do bico. O produto dos exemplos é fictício.

Como a calculadora faz a conta

O volume que o pulverizador aplica por hectare depende de três medidas: quanto de calda sai dos bicos por minuto, a que velocidade a máquina anda e quantos metros de largura ela cobre. A calculadora usa as técnicas descritas nas fontes públicas: o cronômetro em 50 metros para a velocidade, o copo graduado em cada bico durante 1 minuto para a vazão (ou o consumo de um tanque de volume conhecido, quando não dá para medir bico a bico) e a largura da faixa tratada, que na barra é o número de bicos vezes o espaçamento.

Com isso ela calcula o volume real e o compara com o volume planejado, que você informa. A diferença é o erro de taxa. Depois mostra de onde o erro vem: bicos gastos ou entupidos, velocidade diferente da planejada ou o próprio plano, quando a vazão do catálogo do bico já não dava o volume desejado na velocidade planejada. O volume é inversamente proporcional à velocidade: no exemplo, andar a 5,40 km/h em vez dos 6,0 km/h planejados põe 11,1% a mais de calda em cada hectare.

Para o custo, a calculadora usa a dose e o preço que você digitar e uma premissa: a calda foi preparada para o volume planejado. Nesse caso o produto aplicado por hectare varia na mesma proporção do volume, e o custo do erro é o custo do produto por hectare vezes o erro de taxa. Se você prepara a calda pelo volume medido, escolha essa opção: a dose por hectare fica certa, o custo do erro em produto é zero e continuam valendo a diferença de calda e o produto de cada tanque.

Como medir

O que as inspeções encontraram

No levantamento do IDR-Paraná com 65 pulverizadores de barra, 73% tinham pelo menos uma ponta fora de 10%, só 24% aplicavam entre −5% e +5% do planejado, 52% estavam em subdose e 24% em sobredose, com erro médio de −9% (de −41% a +28%). A tese da UFSM, com 56 pulverizadores no Rio Grande do Sul, achou 67,85% desconformes, e o estudo de Siqueira e Antuniassi, com 103 pulverizadores do RS, do PR e do MS, achou erros acima de 50% da taxa desejada. São amostras de máquinas inspecionadas em programas, não a média do país.

Os limites que a calculadora usa

As faixas Informativo, Amarelo e Vermelho do painel vêm destes limites. Os de ±5% e ±10% são de publicações públicas de pesquisa e extensão: não são norma de cumprimento obrigatório nem garantia de resultado.

Verificações da calculadora, limites e fontes
VerificaçãoLimiteFonte
Taxa de aplicaçãoInformativo até ±5% do volume planejado; Amarelo até ±10%; Vermelho acima de ±10%.IDR-Paraná (tolerância geral de ±5%). O corte de 10% para o Vermelho é premissa do portal.
Vazão de cada bicoAté ±10% da vazão de referência. Mais de 10% das pontas fora: trocar o conjunto. Vazão baixa: limpar com escova de cerdas macias e medir de novo; vazão alta: trocar.IDR-Paraná, Epagri, Embrapa e Iowa State. A Embrapa Uva e Vinho também pede a troca quando a vazão média passa 10% da de um bico novo.
Amostra de bicosPelo menos 8 pontas, 2 por seção, durante pelo menos 1 minuto.IDR-Paraná.
CronometragensPelo menos 3 tempos; o aviso aparece se variam mais de 5%.IDR-Paraná e Epagri pedem 3 tempos. Os 5% são premissa do portal.
ManômetroEscala máxima de 230 psi (15,9 bar); pressão de trabalho entre 25% e 75% da escala.IDR-Paraná.
Espaçamento entre bicosAté ±10% do nominal.IDR-Paraná.
Pressão que daria o volumeEntre 25% e 75% da escala e até 4,0 bar (58 psi), o máximo da maioria das pontas.IDR-Paraná. A relação da vazão com a raiz quadrada da pressão vem de documentação de software, e o catálogo do bico prevalece.
Catálogo contra o planoAmarelo se a vazão do catálogo, na velocidade planejada, não dá o volume planejado com folga de ±5%.Premissa do portal.
Coerência das unidadesVermelho se o volume real fica fora de 0,5 a 2 vezes o planejado.Premissa do portal.
RotinaInspecionar as pontas e medir a rotação da tomada de força ao menos uma vez por ano.Epagri.

Os três exemplos da calculadora

Os três usam um produto fictício e números de exemplo do portal, que você troca pelos seus. O exemplo B segue o jato transportado da Embrapa; o volume planejado dele é premissa.

Exemplos A, B e C: medidas, volume real e custo do erro
ExemploMedidasVolume realCusto do erro
A · Barra de 12 m, bicos gastos e velocidade baixa24 bicos a 50 cm; 8 bicos medidos (média de 517,5 mL em 60 s); 50 m em 33,3 s, ou 5,40 km/h, contra 6,0 km/h planejados; 2 de 8 bicos fora de ±10%.115,0 L/ha
(+15,0%)
+R$ 18,00 por hectare; +R$ 14.400,00 em 800 ha; +R$ 43.200,00 em 3 aplicações. A velocidade que acerta é 6,21 km/h. Trocar as 24 pontas custa R$ 600,00.
B · Jato transportado, exemplo da Embrapa20 L em 195 s (6,15 L/min), 8 bicos, 50 m em 40 s (4,50 km/h), faixa de 2,5 m, 300 L/ha planejados.328,2 L/ha
(+9,4%)
+R$ 14,10 por hectare; +R$ 70,51 em 5 ha; +R$ 423,08 em 6 aplicações.
C · A mesma barra, mais rápida50 m em 25,0 s, ou 7,20 km/h; os 8 bicos dentro de ±10%.83,2 L/ha
(−16,8%)
−R$ 20,13 por hectare; −R$ 16.100,00 em 800 ha. É produto que não foi aplicado: economia aparente, porque o controle pode falhar.

A calculadora também reproduz os números impressos nas fontes: 14 L/min, 4,5 km/h e 14 m dão 133,33 L/ha no Agrolink (a fonte arredonda para 133), e 8,4 L recolhidos em 50 m dão 120 L/ha; 350 L/ha com barra de 10 m e 20 bicos pedem 1,75 L/min por bico na Embrapa Agroindústria Tropical; a vinha da Embrapa dá 328,2 L/ha e 1.641 L em 5 ha (a fonte diz 1.640); 500 mL em 60 s são 0,500 L/min; 50 m em 20 s são 9,0 km/h na Epagri.

O que a calculadora não faz

O que é dado de fonte e o que é premissa

Cálculo educativo com as medidas que você informou. A ferramenta calcula o volume de calda aplicado e o custo do erro; ela não indica produto, dose, bico, pressão nem volume de calda: esses dados vêm do rótulo, da bula, do receituário agronômico e do catálogo do fabricante do bico, com a orientação de um engenheiro agrônomo. Os limites de ±5% e ±10% vêm de publicações públicas de pesquisa e não são norma nem garantia de resultado. A dose e o preço são os que você informou. A ferramenta não mede a qualidade da aplicação (cobertura, gotas e deriva).

Perguntas frequentes

Posso usar a velocidade do painel do trator em vez de cronometrar?

As fontes abertas medem a velocidade num percurso marcado de 50 m, com cronômetro, pelo menos três vezes, na marcha e na rotação de trabalho e com o tanque pelo menos pela metade. A calculadora usa a média desses tempos. Não encontramos fonte com o erro típico do painel; use o painel só para comparar com a medida. No exemplo, o cronômetro deu 5,40 km/h: se o painel mostrasse 6,0 km/h, o volume real seria 11,1% maior do que ele faria supor.

Quantos bicos preciso medir e por quanto tempo?

O IDR-Paraná pede pelo menos oito pontas, duas por seção da barra, por pelo menos 1 minuto. O Iowa State mede cada bico por 1 minuto, e o Agrolink aceita duas ou três por seção quando pontas e filtros estão em perfeito estado. Se algum bico da amostra sair da faixa, meça todos antes de decidir pelo conjunto: no exemplo, 2 de 8 bicos fora dão 25%, mas são só 8 dos 24 bicos, e a calculadora avisa que o resultado é provisório.

Quando devo trocar as pontas?

O IDR-Paraná, a Epagri e a Embrapa adotam ±10% sobre a vazão do catálogo. A ponta de vazão baixa é limpa com escova de cerdas macias e medida de novo; a de vazão alta é trocada; com mais de 10% das pontas fora, troca-se o conjunto. A Embrapa Uva e Vinho troca quando a vazão média passa 10% da de um bico novo, e a Epagri pede inspecionar as pontas ao menos uma vez por ano. Limpar com objeto pontiagudo e usar água de má qualidade na calda desgastam a ponta.

O volume deu diferente do planejado. A dose mudou?

Se o produto do tanque foi calculado pelo volume planejado, sim: a dose por hectare varia na mesma proporção do volume. No exemplo, a calda foi preparada para 100 L/ha e a máquina aplica 115,0, então a dose de 1,00 por hectare vira 1,15. Para acertar a dose sem mexer na máquina, calcule o produto do tanque com o volume medido (no exemplo numérico da Embrapa, uma dose de 2,0 por hectare num tanque de 410 L, com 328 L/ha, dá 2,5 por tanque; a dose é a do exemplo da fonte, não uma indicação). Confirme com o agrônomo se o rótulo ou o receituário exigem um volume de calda. A calculadora não diz qual dose usar.

A calculadora diz qual bico, pressão, dose ou volume usar?

Não. Ela mede o que a máquina entrega e mostra o custo do erro com a dose e o preço que você informou. A dose e o produto vêm da bula e do receituário agronômico; o bico e a faixa de pressão, do catálogo do fabricante; o volume de calda, do rótulo ou do agrônomo.

Aplicar a menos economiza produto?

Só no papel. A calculadora mostra o produto não aplicado como economia aparente (−R$ 16.100,00 por aplicação no exemplo C), porque o controle pode falhar e esse custo não é calculado, por falta de fonte com número. No levantamento do IDR-Paraná, 52% dos pulverizadores aplicavam subdose e o erro médio era de 9% a menos; a Embrapa Uva e Vinho cita controle deficiente quando o desgaste das pontas passa de 10%.

Fontes

  1. IDR-Paraná. Dário, K. A. A.; Faccin, B.; Possamai, E. J.; Vicensi, M.; Andrade, R. R. Inspeção e adequação de pulverizadores de barra no Paraná: safra 2020/2021. Informe Técnico n.º 3, março de 2024, Londrina. idrparana.pr.gov.br Usado: critérios do programa de inspeção (vazão de cada ponta contra a vazão nominal do catálogo, com margem de 10%; vazão baixa, limpar com escova de cerdas macias e trocar se persistir; vazão alta, trocar; mais de 10% das pontas fora, trocar o conjunto; ponta danificada, trocar; aferição de pelo menos oito pontas, duas por seção, por pelo menos 1 minuto; métodos gravimétrico, copos graduados e fluxômetro digital); tolerância geral de ±5% entre a taxa informada e a real; velocidade (50 m, pelo menos três tomadas de tempo, 540 rpm na TDP, 180 ÷ tempo); equação da taxa T = Q × 60.000 ÷ (v × e) (a constante veio ilegível na transcrição do PDF e foi conferida pela equivalência com a constante 600 de [2] e [6]); manômetro (escala máxima de 230 psi, pressão de trabalho entre 25% e 75% da escala, 58 psi como máximo da maioria das pontas, NBR-12446/1992 e NBR-12239/1992 citadas); espaçamento (inadequado acima de ±10%); e os resultados dos 65 pulverizadores de barra, com as inconsistências internas apontadas na tabela de levantamentos.
  2. Epagri. Rech Filho, A.; Farber Junior, A.; Menezes-Neto, A. C.; Palladini, L. A.; Veiga, S. N. Regulagem e calibração de pulverizadores na fruticultura (Boas Práticas Agrícolas). Florianópolis: Epagri, junho de 2022. sistemas.epagri.sc.gov.br Usado: fórmula L/ha = nº de bicos × vazão por bico × 600 ÷ (velocidade × espaçamento) e a vazão por bico em função do volume; velocidade V = distância × 3,6 ÷ tempo médio (50 m, três repetições, tanque com no mínimo a metade, mesma marcha, TDP a 540 rpm); substituir as pontas cuja vazão difere mais de 10% da tabela do fabricante; inspecionar as pontas e medir a rotação da TDP ao menos uma vez por ano; pressões excessivas desgastam as pontas e pressões menores prejudicam o alcance do alvo; verificar peneiras e filtros. O documento não traz o método do coletor graduado nem exemplos numéricos resolvidos.
  3. Embrapa Agroindústria Tropical. Azevedo, F. R. de; Freire, F. das C. O. Tecnologia de Aplicação de Defensivos Agrícolas. Documentos 102. Fortaleza: Embrapa Agroindústria Tropical, dezembro de 2006. infoteca.cnptia.embrapa.br Usado: variações de até 10% sobre o valor da tabela do fabricante são aceitáveis e acima disso justifica-se a substituição (p. 31); desgaste por materiais pontiagudos na desobstrução e pela qualidade da água de diluição; cálculo do volume por minuto e por bico (350 L/ha, barra de 10 m, 100 m em 1 minuto, 20 bicos: 35 L/min e 1,75 L por bico, p. 33). O texto não traz a constante 600, o método do coletor graduado nem um erro aceitável do volume aplicado.
  4. Embrapa. Chaim, A.; Pessoa, M. C. P. Y. Métodos para Calibração de Pulverizadores (capítulo 9, p. 172 a 181). Obra e ano não constam no texto aberto (arquivo 2006PL049; a bibliografia cita a Embrapa Meio Ambiente, Jaguariúna). alice.cnptia.embrapa.br Usado: vazão pelo método direto (coleta em 1 minuto) e indireto (tanque de volume conhecido); velocidade em 50 m; passadas, distância e tempo por hectare; exemplo da vinha (20 L em 195 s, 6,15 L/min, 0,77 L/min por bico, 8 bicos, 75 m/min, faixa de 2,5 m, 328 L/ha; 5 ha, 1.640 L); dose por tanque D = dose × volume desejado ÷ volume por hectare (exemplo de 2,5 L por tanque). Não traz tolerância de vazão entre bicos, regra de troca, erro aceitável do volume nem relação entre pressão e vazão.
  5. Embrapa Uva e Vinho. Tecnologia de aplicação de defensivos. Sistema de Produção de Ameixa Europeia, n.º 7, dezembro de 2005. sistemasdeproducao.cnptia.embrapa.br Autores não constam na página aberta. Usado: vazão (L/min) = 0,06 × volume coletado (mL) ÷ tempo (s); distância de 50 m ou mais para a velocidade; coleta de água durante o mesmo tempo, em vários bicos, com média; tolerância de 10%; trocar quando a média da vazão ultrapassa em 10% a de um bico novo; mais de 10% de desgaste pode causar controle deficiente e toxicidade à cultura. Não traz a fórmula de L/ha nem o método da área conhecida.
  6. Agrolink. Machado, A. W. Como fazer a calibração em pulverizadores agrícolas de barras. Portal Agrolink, seção Agrolinkfito; data não consta. agrolink.com.br Fonte secundária (portal de notícias técnicas). Usado: passo a passo do percurso de 50 m (tanque pela metade, 540 rpm na TDP, início 5 m antes da marca, três repetições em terreno irregular, V = 180 ÷ tempo médio); coleta de todas as pontas durante o tempo do percurso, ou de duas ou três por seção quando pontas e filtros estão em perfeito estado (mínimo de duas); fórmula Q = q × 600 ÷ (V × f) (a fórmula está em imagem na página; o leitor a reconstruiu pelas variáveis e pelo exemplo de 14 L/min, 4,5 km/h e 14 m, que dá 133 L/ha) e o exemplo do percurso (8,4 L, 700 m², 120 L/ha); vazão de cada ponta que não deve exceder em 10% a do catálogo; a norma ISO 16122 (2015) citada com ±10% abaixo de 1 L/min e ±15% a partir de 1 L/min, na pressão máxima de trabalho do modelo (norma não aberta; o critério de 10% do texto e o de 15% da norma divergem para pontas de 1 L/min ou mais); a ordem de ajuste (pressão para pequenos desvios e, se não bastar, velocidade ou troca de pontas).
  7. Iowa State University Extension and Outreach. Bergman, R. W.; Anderson, M. Is Your Sprayer Calibrated and Ready for Spring?. 7 de abril de 2021. crops.extension.iastate.edu Usado: medir a água de cada bico em um minuto, com a máquina em rotação plena, na pressão de trabalho e com todas as seções abertas; comparar cada bico com a vazão desejada (da planilha de vazão-alvo), não com a média; trocar o bico que passa de 10%; limpar e medir de novo os de vazão baixa; considerar a troca do conjunto quando vários bicos desviam 10% ou mais. A página não traz fórmula de volume.
  8. South Dakota State University Extension. Nafchi, A. M.; Abdalla, A.; Prairie, D.; Uilk, N. Boom Sprayer Calibration. P-00241, maio de 2022. extension.sdstate.edu Usado: método do 1/128 de acre (cada bico recolhido por 40 s; as onças recolhidas valem galões por acre); no exemplo da fonte, bicos dentro de 5% do alvo de 25 onças; variação acima de 10% pede verificar entupimentos e trocar se necessário.
  9. UFSM. Martini, A. T. Inspeção técnica de pulverizadores agrícolas conforme a norma ISO 16122. Tese (doutorado), Programa de Pós-Graduação em Engenharia Agrícola, Universidade Federal de Santa Maria, 2017. bdtd.ibict.br Fonte aberta só pelo registro (resumo); os critérios da norma não constam ali. Usado: 56 pulverizadores em nove municípios do Rio Grande do Sul, percentuais de desconformidade por item e a conclusão de que a inspeção deveria ser obrigatória no Brasil.
  10. Siqueira, J. L.; Antuniassi, U. R. Inspeção periódica de pulverizadores nas principais regiões de produção de soja no Brasil. Energia na Agricultura, v. 26, n. 4, p. 92 a 100, 2011. DOI 10.17224/EnergAgric.2011v26n4p92-100. revistas.fca.unesp.br Fonte aberta só pelo resumo. Usado: 103 pulverizadores (RS 35, PR 60, MS 8) nas safras 2006 e 2007; falhas mais frequentes no manômetro, nas pontas e na calibração, com erros acima de 50% da taxa desejada; aplicação abaixo da taxa prevista; erros menores em 2007 que em 2006.
  11. AgroTech (pacote do R, CRAN). Documentação da função flowpres, Flow calculation as a function of working pressure. search.r-project.org Autores e ano não constam na página aberta. Fonte secundária (documentação de software). Usado: a vazão do bico varia com a raiz quadrada da pressão (q1 ÷ q2 = √(p1 ÷ p2), com vazão em L/min e pressão em bar). O catálogo do bico prevalece sobre essa relação.