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Quanto dinheiro eu deixo no chão na colheita?

Meça uma área conhecida depois da colhedora e informe o peso ou a contagem. A calculadora converte a perda em sacas e em reais por hectare e na área, separa o que já estava no chão do que é da máquina e compara com o nível de referência da pesquisa para soja, milho, trigo, arroz, feijão, algodão, café e cana.

Como a calculadora faz a conta

A perda na colheita não se enxerga da cabine; mede-se no chão. Depois da passagem da colhedora, você coloca no campo uma armação de área conhecida, recolhe tudo o que a máquina deixou ali (grãos soltos, vagens, espigas, capulhos, café ou pedaços de cana), pesa e multiplica pela razão entre 1 hectare e a área da armação: 1 g por m² equivale a 10 kg por hectare. A calculadora converte esse peso para a unidade de venda da cultura (saca, arroba de pluma ou tonelada) e para reais, soma na área colhida e compara com o nível de referência da cultura. Repetir a medida em vários pontos e tirar a média faz parte do método.

A perda pode ser separada em partes quando você faz três medidas com a mesma armação: logo atrás da colhedora (o total); com a colhedora parada e os mecanismos desligados, depois de recuar de 4 a 5 m (a plataforma); e à frente da colhedora, na lavoura ainda não colhida (a perda natural, o que já tinha caído antes). A diferença entre as medidas mostra quanto é natural, quanto é da plataforma e quanto é dos mecanismos internos (trilha, separação e limpeza). As duas últimas medidas são opcionais.

Cada cultura tem a sua particularidade. No milho, a perda é a soma dos grãos soltos e das espigas caídas. No algodão, mede-se o algodão em caroço que fica no solo e na planta, e a calculadora converte em pluma pelo rendimento. No café, a medida é em litros de café da roça por hectare, e a perda final é o que caiu menos o que se recolheu. Na cana, o gabarito é de 10 m².

O nível de referência é o que a pesquisa pública publica, e cada fonte compara o seu limite com uma perda diferente: na soja, no milho, no arroz e na cana, com a perda total; no trigo, no feijão e no algodão, com a perda da máquina. A calculadora usa a base da fonte e mostra qual usou. O excesso em reais é o que se recupera ajustando a colhedora até o nível. As contas abaixo usam os números do formulário.

Cálculo educativo com as medidas que você informou. Os níveis de referência vêm de publicações públicas de pesquisa (Embrapa, universidades e outras), mudam de uma fonte para outra e não são norma nem garantia de resultado. A ferramenta mede perda quantitativa; a regulagem da colhedora deve seguir o manual da máquina e a orientação de um técnico. Os preços são de referência: troque pelo que você recebe.

De onde vêm os números. Produtividade e preço de cada cultura são os de referência do portal, com a data de cada um, em Dados de referência das culturas. As massas, as contagens e as áreas do exemplo são números escolhidos para ilustrar a conta, não medições de lavoura. Ficam como premissa do portal, sem fonte: a mesma armação à frente da colhedora para medir a perda natural na soja (a Embrapa cita a debulha natural, mas não traz o procedimento); o rendimento de pluma de 41,5% do algodão (ponto médio de 41% a 42% do Conab, em Mato Grosso); o nível de 5% da carga pendente no café, porque nenhuma fonte aberta traz limite numérico; o peso de 0,0307 g do grão de arroz (ponto médio de 100 sementes de 2,58 g a 3,56 g); o mínimo de 3 pontos em algodão, café e cana; os cortes de 20% (perda muito alta) e de 50% (perda natural) dos avisos; e o corte de 1,5 vez a produtividade de exemplo, que avisa quando o café informado é de uma lavoura bem mais produtiva que a do portal. Laranja e citros e tomate ficaram de fora desta versão, por falta de fonte de método e de nível. O desconto por umidade e impureza no recebimento é da calculadora de desconto por umidade e impureza; a tolerância de 1 sc/ha da soja também aparece na calculadora de colheita de soja.

Perguntas frequentes

Como eu meço a perda na soja?

Depois da passagem da colhedora, monte uma armação de 2 m² que cubra a largura da plataforma (o comprimento é 2 dividido pela largura, em metros), recolha os grãos e as vagens, debulhe as vagens e leia no copo medidor, que já mostra sacos de 60 kg por hectare, ou pese os grãos. Faça pelo menos três pontos, e cinco se puder (Embrapa). No exemplo, 18 g em 2 m² dão 90 kg/ha, ou 1,5 sc/ha.

Quanto de perda é aceitável?

Depende da cultura e da fonte: soja, 1 sc/ha; milho, 1,5 sc/ha; trigo e feijão, 3%; arroz, 90 kg/ha; algodão, 5%; cana, 2,5%. O café não tem limite numérico em fonte localizada. São referências de pesquisa, não norma. No exemplo da soja, 1,5 sc/ha passa 0,5 sc/ha do nível: R$ 111.577,50 em 1.500 ha.

Por que medir também a perda natural?

É o grão que já estava no chão antes da colhedora entrar; não é culpa da máquina, e nesse caso a época da colheita pesa mais que a regulagem. Mede-se à frente da colhedora, com a mesma armação. No exemplo do trigo, sem essa medida a calculadora atribuiria à máquina R$ 15.112,00 que eram da lavoura, e o excesso sairia R$ 21.251,25 em vez de R$ 6.139,25.

O que pesa mais, velocidade, umidade ou regulagem?

As três, e cada cultura tem a sua faixa: soja, 4,0 a 6,5 km/h e 13% a 15% de umidade; milho, 4 a 6 km/h e início da colheita entre 18% e 20%; trigo, 3 a 5 km/h e 16% a 18%. Num ensaio de milho a perda foi de 0,4% a 4,4 km/h e de 2,4% a 6,8 km/h; no algodão, de 385 kg/ha a 3,6 km/h e de 510 kg/ha a 7,2 km/h. A calculadora lista as causas que as fontes citam e não indica marca nem ajuste específico: a regulagem segue o manual da máquina e a orientação de um técnico.

No arroz, por que a saca do copo é diferente da saca do portal?

O copo da Embrapa lê sacos de 60 kg por hectare, e o portal conta o arroz em saca de 50 kg. A calculadora converte pelo peso: no exemplo, 120 kg/ha são 2,0 sacos de 60 kg no copo ou 2,4 sacas de 50 kg, o que custa R$ 196,94 por hectare.

Serve para algodão, café e cana?

Serve, com limites. No algodão, mede o caroço que fica na planta e no solo e converte em pluma com 41,5% (premissa); o limite de 5% vem de uma revista técnica. No café, o método em litros por hectare vem de um artigo, e o alerta de 5% da carga pendente é premissa, porque não há limite numérico em fonte localizada. Na cana, vale a perda visível em 10 m² e as classes do CTC; nenhuma fonte aberta separa a perda natural.

Fontes

  1. Embrapa Soja. Silveira, J. M.; Conte, O.; Mesquita, C. de M. Manejo Integrado da Colheita: determinação das perdas de grãos na colheita de soja usando o Copo Medidor da Embrapa. Comunicado Técnico 102, 2ª ed., maio de 2022. infoteca.cnptia.embrapa.br Usado: armação de 2,0 m² (4,0 × 0,5 m) e X = 2 ÷ Y; menos de 0,22 m reduz a precisão; "sempre que possível pelo menos três" pontos; recuo de 4 a 5 m e perda interna = total − plataforma; escala do copo em sacos de 60 kg/ha; confiabilidade de 94%; tolerância de 1,0 saco/ha e o procedimento acima dela; umidade de 13% a 15%; velocidade de 4,0 a 6,5 km/h; causas por sistema (Tabela 2).
  2. Embrapa Soja. Lorini, I. et al. Colheita e pós-colheita de grãos, cap. 14 de "Tecnologias de produção de soja", Sistemas de Produção 17; ano não consta (arquivo catalogado como 2020). alice.cnptia.embrapa.br Usado: tolerância de "no máximo, uma saca de 60 kg/ha", classificação em dois níveis, velocidade de 4,0 a 6,5 km/h e umidade de 13% a 14%.
  3. Embrapa Soja e Emater-PR. Silveira, J. M.; Harger, N.; Conte, O.; Possamai, E. J. Diagnósticos preliminares das perdas de grãos na colheita de soja no estado do Paraná, na safra 2018/2019, usando o copo medidor da Embrapa. Resumo expandido, 37ª Reunião de Pesquisa de Soja; ano de publicação não consta. alice.cnptia.embrapa.br Usado: três pontos por local; 334 amostras e média de 1,2 sc/ha; regionais de 1,0 a 1,6 sc/ha; parar a colheita acima de 1 saca/ha.
  4. Embrapa (Soja, Milho e Sorgo, Arroz e Feijão). Mesquita, C. de M. et al. Como evitar os desperdícios nas colheitas da soja, do milho e do arroz. Documentos 112, 11 e 87; manual do produtor; ano não consta (dados de 1996/97). infoteca.cnptia.embrapa.br Usado: níveis de 1,0 saco/ha (soja) e 1,5 sacos/ha (milho e arroz), sem definir o saco; armações de 1 m² (arroz), 2 m² (soja e milho) e 30 m² (espigas); no mínimo cinco amostragens; recuo de cerca de 4 m; velocidade de 4 a 6 km/h; causas na plataforma, na trilha e na limpeza.
  5. Embrapa Milho e Sorgo. Cultivo do Milho, Sistema de Produção 1, 9ª ed., novembro de 2015 (colheita e pós-colheita). infoteca.cnptia.embrapa.br Usado: "níveis toleráveis de perdas de 1,5 sacos/ha para o milho"; perdas de 8% a 10% na colheita mecânica e de 3% a 4% na otimizada; pré-colheita de 4% (3% no Cerrado); velocidade de 4 a 6 km/h; início da colheita com 18% a 20% de umidade; causas.
  6. Finch, E. O.; Coelho, A. M.; Brandini, A. Colheita de milho (seção Milho/Tecnologia de Produção). Informe Agropecuário, Belo Horizonte, ano 6, n. 72, dez. 1980, p. 61-66 (Embrapa/CNPMS, Epamig, ICA). alice.cnptia.embrapa.br Usado: espigas em 60 m² (kg × 167); grãos em 1 m² (cada grão por m² vale 3 kg/ha); pré-colheita medida à frente da colhedora e plataforma = total − pré; critério de perda total abaixo de 7,0% (lavoura com até 10% de tombamento e 20% a 26% de umidade); velocidade de 3,5 a 6 km/h; umidade de cerca de 18%. Fonte antiga, com o quadro de limites ilegível em parte.
  7. Embrapa Milho e Sorgo. Santos, J. P.; Mantovani, E. C. Perdas de grãos na cultura do milho: pré-colheita, colheita, transporte e armazenamento. Circular Técnica 24, junho de 1997. infoteca.cnptia.embrapa.br Usado: perdas de 8% a 10% na colheita mecânica, reduzíveis a "um patamar aceitável de 4%"; pré-colheita média de 4%; causas por parte da máquina; umidade de cerca de 18%. O texto não descreve o método de amostragem.
  8. Souza, C. M. A.; Rafull, L. Z. L.; Reis, E. F.; Alves Sobrinho, T. Perdas na colheita mecanizada de milho em agricultura familiar da Zona da Mata Mineira. Revista Brasileira de Milho e Sorgo, v. 5, n. 2, p. 280-290, 2006 (UFGD, UEG, UFMS). ainfo.cnptia.embrapa.br Usado: perda natural em 30 m² (dez amostras) e da plataforma em 2 m² (duas linhas, recuo de metade do comprimento da máquina); perda interna = total − plataforma; perda total de 9% (3,5% + 2,4% + 3,1%) e natural de 17,1 kg/ha (0,73%); causas (umidade baixa, atraso da colheita, idade da máquina, treinamento do operador).
  9. Bertonha, R. S.; Silva, R. P. da; Barrozo, L. M.; Cavichioli, F. A.; Cassia, M. T. Perdas e desempenho de sementes de milho em dois sistemas de preparo do solo e velocidades de deslocamento da colhedora. Revista Brasileira de Milho e Sorgo, v. 11, n. 3, p. 243-253, 2012 (Unesp/FCAV, UFBA). rbms.sede.embrapa.br Usado: armação de cerca de 2 m² (3,60 × 0,56 m); perdas totais de 0,4% (4,4 e 4,7 km/h), 0,7% (4,1), 1,7% (4,9) e 2,4% (6,8); coeficiente de variação de 17,6%; o estudo não separa a perda natural.
  10. Portella, J. A. (Embrapa Trigo). Menos perdas, mais colheita. Revista Cultivar, 10/11/2015. revistacultivar.com.br Usado: perda total de "aproximadamente 4% é aceitável" no milho; perda quantitativa média de 1,17% nas safras 2000/2001, 62% delas na plataforma; efeito da umidade. Revista técnica; o método remete a Portella (1981).
  11. Embrapa Soja (CNPSo). Avaliação de perdas na colheita do trigo pelo método da armação de pano e copo medidor. Comunicado Técnico 37, junho de 1986. infoteca.cnptia.embrapa.br Usado: armação de pano com a largura da plataforma, cinco amostragens por lavoura; perdas de 29,27 kg/ha (copo) e 34,43 kg/ha (pesagem) em 11 propriedades, cerca de 0,5 sc/ha. Sem nível tolerável.
  12. Portella, J. A.; Sattler, A.; Faganello, A. Tecnologia de colheita de trigo, cap. 13 de "Trigo no Brasil" (Embrapa Trigo); ano não consta no trecho aberto (arquivo catalogado como 2011). alice.cnptia.embrapa.br Usado: armação de 1 m² com o lado maior igual à largura da plataforma; 3 quantificações; seis passos de cálculo; mil sementes com cerca de 40 g (140 grãos/m² = 56 kg/ha); perda de 3% "considerada normal"; média nacional de 5% (Brasil, 1993); início da colheita em 16% a 18% de umidade; velocidade de 3 a 5 km/h; causas por parte da máquina; estimativa de que pelo menos 50% das perdas poderiam ser eliminadas.
  13. Portella, J. A. (Embrapa Trigo). Perdas de trigo, de soja e de milho × umidade de grão durante a colheita mecanizada. XXVI Congresso Brasileiro de Engenharia Agrícola, Campina Grande (PB), 1997. bdtd.ufcg.edu.br Usado: armação de 1 m² (3,6 × 0,28 m); perdas do trigo de 1,5% a 8,6% e da soja de 8,6% a 12,4% conforme a umidade; plataforma com 68% a 76% da perda na soja.
  14. Hensel, M. J. Avaliação de perdas na colheita mecanizada de trigo. Trabalho de conclusão de curso (Agronomia), UFFS, Cerro Largo (RS), 2014. rd.uffs.edu.br Usado: armação de 2 m² (4,50 × 0,44 m) e recuo de cerca de 10 m; perdas internas por diferença; nível de 60 kg/ha citado da literatura; pré-colheita de 4,55% a 5,65% e perda da colhedora de 3,4% a 4,0% no ensaio. Fonte secundária para o nível.
  15. Fonseca, J. R.; Silva, J. G. da. Perdas de grãos na colheita do arroz, 2ª ed. Embrapa Arroz e Feijão (CNPAF), Circular Técnica 24, 1997. infoteca.cnptia.embrapa.br Usado: equação (1) g × 10 ÷ m² e tabela de contagem (100 sementes = 2,58 a 3,56 g); armação de 1 m², pelo menos quatro pontos; determinação parcelada (apanha, saca-palha, peneiras); levantamentos de 238 kg/ha (1982/83) e 326,2 kg/ha (1994/95); velocidade média de 6,4 km/h; umidade de 18% a 23%; causas. A circular não define nível tolerável.
  16. Silva, J. G. da; Fonseca, J. R. Colheita (cap. 13), Embrapa Arroz e Feijão; ano não consta no trecho aberto (arquivo catalogado como 2013). infoteca.cnptia.embrapa.br Usado: nível aceitável "menos de 90 kg/ha"; copo medidor com escala em sacos de 60 kg/ha; pelo menos 4 pontos de 1 m²; mecanismos externos com cerca de 70% das perdas; umidade de 18% a 23%.
  17. Weymar Jr., L. C. N.; Tillmann, C. A. da C.; Meneghetti, V.; Franck, C. J.; Chielle, D. P.; Ceroni, P. S. Determinação de perdas na colheita mecanizada de arroz irrigado, variedade IRGA 422. UFPel, 2009. ufpel.edu.br Usado: plataforma com 62% a 96% das perdas totais em três colhedoras; "da ordem de 70%" (Embrapa, 2004, citado). Não define nível tolerável.
  18. Assunção, J. R. Perdas decorrentes do sistema de trilha na colheita mecanizada de arroz irrigado. TCC (Agronomia), Unipampa, Itaqui (RS), 2013. dspace.unipampa.edu.br Usado: só como fonte secundária: nível de 90 kg/ha (Fonseca e Silva, 1997); "cerca de 200 kg/ha (4 sacas de 50 kg)" da Embrapa (2013), sem referência listada; velocidade acima de 3 km/h incompatível com o molinete (Silva, 2004; Embrapa, 2010, citados); umidade de 18% a 23%.
  19. Souza, C. M. A.; Queiroz, D. M.; Cecon, P. R.; Mantovani, E. C. Avaliação de perdas em uma colhedora de fluxo axial para feijão. Revista Brasileira de Engenharia Agrícola e Ambiental, v. 5, n. 3, p. 530-537, 2001 (UFV, Embrapa Milho e Sorgo). alice.cnptia.embrapa.br Usado: moldura de 2,0 m², dez amostras por leira, g/m² × 10 = kg/ha; perda natural e do arranquio de no máximo 0,1%; perdas totais de 3,02% a 5,72%; nível de 3% a 5% (Griffin, 1991, citado); a 4 km/h a plataforma perdeu menos; efeito da umidade (10,65% e 14,10%); causas.
  20. Silva, J. G. da; Nascente, A. S.; Machado, A. L. T. Colheita mecanizada do feijoeiro: passado, presente e futuro. Embrapa Arroz e Feijão, Circular Técnica 92, novembro de 2020. infoteca.cnptia.embrapa.br Usado: perdas "superiores a 300 kg/ha" descritas como comuns; início da colheita com pouco menos de 22% de umidade; causas (arquitetura da planta, maturação desuniforme, restos vegetais). Não traz método nem nível.
  21. Agrolink (Redação). Feijão: saiba quando as perdas na colheita exigem ajustes. 30/08/2026. agrolink.com.br Usado: como fonte secundária (cita a Embrapa sem referência): gabarito de 0,5 a 1,0 m², 5 a 10 amostras por talhão, umidade corrigida para 13%; perdas de 3% a 4% em colheitas bem conduzidas; 20% como "muito elevado".
  22. Aguero, N. F. et al. (UFMT, com apoio do IMAmt). Como minimizar perdas na colheita de algodão adensado. Revista Cultivar Máquinas, ed. 167, 13/07/2020. revistacultivar.com.br Usado: "as perdas não devem ser superiores a 5% do total colhido pela máquina"; perdas de 182 a 234 kg/ha (9,9% a 12,7%); definição de perda pré e pós-colheita; velocidades de 2,35 e 5,14 km/h. Revista técnica; não informa área nem número de amostras.
  23. Pesquisadores da Unesp e da UFMT (autores não identificados no texto aberto). Manejo de perdas na colheita mecanizada de algodão (título deduzido do endereço). Revista Cultivar Máquinas, ed. 137; página datada de 24/10/2017; ensaio da safra 2011/2012 em Mato Grosso. revistacultivar.com.br Usado: parcela de três linhas de 2 m (o texto diz 3,6 m²); pré-colheita desprezível e não medida; perdas de 385 kg/ha (3,6 km/h) e 510 kg/ha (7,2 km/h) de algodão em caroço; 11% a 14,1%; faixa de 9% a 12,5% citada para o cerrado; causas.
  24. Embrapa Algodão. Costa, J. N. et al. Técnicas de Colheita, Processamento e Armazenamento do Algodão. Circular Técnica 87, agosto de 2005. infoteca.cnptia.embrapa.br Usado: perdas da colheita mecânica "entre 5 a 15% dependendo das condições da lavoura"; algodão em rama com umidade "inferior a 12%". Não descreve método nem rendimento de pluma.
  25. Alvarenga, C. B.; Val Júnior, N. Â.; Val, V. L. P.; Zampiroli, R.; Rinaldi, P. C. N. Perdas nas operações de colheita e recolhimento mecanizados do café arábica na região do cerrado mineiro. Acta Iguazu, v. 7, n. 4, p. 35-46, 2018 (UFU, Monte Carmelo). saber.unioeste.br Usado: método em L/ha (carga pendente, caído antes, derriça, recolhimento); 27.913, 24.500, 1.706, 3.413 e 5.119 L/ha (5.019 na Figura 1); recolhimento de 4.625 e 4.031 L/ha e perda final de 494 e 1.088 L/ha; derriça de 12% "valor elevado"; velocidades. Não traz o fator de litros por saca.
  26. Fernandes, M. I. S. Parâmetros produtivos e de qualidade de cultivares de cafeeiros na região do Alto Paranaíba, Minas Gerais. TCC (Agronomia), UFU, Monte Carmelo, 2021. repositorio.ufu.br Usado: média de 380,6 L de café da roça por saca de 60 kg beneficiada, sem diferença entre as oito cultivares.
  27. Guarçoni, R. C.; Silva, J. N.; Fonseca, A. F. A.; Silveira, S. S. M. (EMCAPA). Rendimento do café conilon com distintos percentuais de frutos colhidos verdes. Trabalho no repositório do evento CONBEA da UFCG; campo em 1994, ano de publicação não consta. bdtd.ufcg.edu.br Usado: 384 L de café da roça por saca de 60 kg no conilon (4,8 sacos de 80 L, com 30% de frutos verdes) e "480 litros" no arábica, sem método descrito.
  28. Revista Cultivar (Rocha, I.; fonte técnica: V. Figueiredo, Epamig). Varrição do café é aliada no controle da broca. 02/07/2025. revistacultivar.com.br Usado: confirmação de que a matéria não traz números de café caído nem de perda, de modo que não há limite da Epamig.
  29. Oliveira, E. de. Colheita mecanizada do café em maiores velocidades operacionais. Dissertação (Mestrado em Engenharia Agrícola), UFLA, 2006. bdtd.ibict.br Usado: velocidade de 1,64 km/h nas duas passadas; a velocidade influencia o café caído no chão. O resumo não traz valores de perda.
  30. Giachini, C. F.; Ramos, C. R. G.; Lyra, G. A. de; Gamero, C. A.; Lanças, K. P. Consumo de combustível e perdas de cana-de-açúcar durante a colheita diurna e noturna. Energia na Agricultura, Botucatu, v. 31, n. 1, p. 10-16, jan.-mar. 2016 (FCA/Unesp). revistas.fca.unesp.br Usado: gabarito de 10 m² (3,03 × 3,33 m), categorias, 4 repetições; perdas de 0,88% e 2,2%; classes do CTC (Benedini et al., 2009, citado): baixa abaixo de 2,5%, média de 2,5% a 4,5%, alta acima de 4,5%; velocidade e causas; sem separação entre natural e máquina.
  31. Ramos, C. R. G.; Lanças, K. P.; Santos, R. de S.; Silva, R. L. da. Perdas e impurezas na colheita mecanizada de cana-de-açúcar utilizando diferentes configurações de trabalho da colhedora. Energia na Agricultura, v. 31, n. 4, p. 317-327, 2016 (Unesp). revistas.fca.unesp.br Usado: só o resumo (as perdas aumentaram com a velocidade e, em %, tendem a ser menores em áreas de alta produtividade).
  32. Salvi, J. V. Qualidade do corte de base de colhedoras de cana-de-açúcar. Dissertação (Mestrado em Agronomia), ESALQ/USP, 2006. teses.usp.br Usado: gabarito de 1,4 × 1,4 m (1,96 m²), 17 pontos por jornada, categorias; P = M ÷ Mt × 100, com Mt a produtividade mais a massa remanescente.
  33. Artigo da SciELO (título e autores não constam no trecho aberto; periódico pelo código do endereço, rbeaa), 2018, sobre colheita mecanizada de tomate industrial em Morrinhos (GO). scielo.br Usado: gabarito de 2,5 m², sete repetições, perdas nas ramas de 2,19 a 9,84 t/ha; sem limite aceitável e sem a tabela de perdas totais; por isso o tomate ficou de fora.
  34. Torquato, S. A.; Fronzaglia, T.; Martins, R. Colheita mecanizada e adequação da tecnologia nas regiões produtoras de cana-de-açúcar (IEA/APTA e Embrapa); ano não consta (referências até 2008). alice.cnptia.embrapa.br Usado: apenas para confirmar que o texto não descreve o método de perdas visíveis.
  35. Conab. Boletim da Safra de Grãos, 12º levantamento, safra 2025/26. Setembro de 2026. gov.br/conab Usado: rendimento de pluma de 41% a 42% em Mato Grosso, base da premissa de 41,5% (detalhes em Dados de referência das culturas).
  36. Conta da Safra. Dados de referência das culturas: produtividade, unidade, peso da saca e preço de cada cultura, com a data e a fonte de cada número (preços de 16/10/2026; trigo, 15/10/2026; cana, 01/07/2026). referencias-culturas.html
  37. Conta da Safra. Colheita de soja: tolerância de 1 sc/ha, conta de perda e de excesso e exemplo de 1.500 ha com perda de 1,5 sc/ha. colheita-soja.html